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Webinar gratuito - Learn How Web Services, Apps, and Portals Are Unlocking Real Value in Utility and Communication GIS Data

Repasso mais uma ótima oportunidade de ficar a par de todas as novidades no mundo das geotecnologias. 




Tema: Learn How Web Services, Apps, and Portals Are Unlocking Real Value in Utility and Communication GIS Data
Data do webinar: 21/10 às 11h
Descrição
Empresas de serviços públicos e de comunicação podem ganhar benefícios significativos de alargar o acesso aos seus dados GIS para além dos usuários do núcleo de planejamento e engenharia. Neste webinar, vamos demonstrar como você pode estender o acesso, interna e externamente, para ajudar a melhorar seus processos existentes, melhorar o relacionamento com os clientes e criar novas soluções para seus desafios de negócios.
Website para Inscrição Aqui

O webinar será ministrado em língua inglesa 
Fonte: Revista Directions

Este post não é patrocinado por nenhuma empresa,  o objetivo é apenas  divulgar materiais, notícias, cursos e outros conteúdos para pessoas interessadas em geotecnologias e afins. 
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10 websites para download grátis de dados SIG

A Dica de hoje é imperdível! Uma lista de 10 websites para o download gratuito de dados SIG a nível global de fontes altamente conceituadas.
Faça bom proveito!

1. Natural Earth Data


Este website faz um trabalho incrível para atender as necessidades dos cartógrafos. Para cada escala, os temas estão listados em sócio-culturais, físico e dados em raster por categoria, tudo isso em escala global. Os conjuntos de dados rasters oferecem belos basemaps.
A melhor parte é que os dados do Natural Earth está em domínio público. Você tem o direito de divulgar e modificar os dados de qualquer assunto.

2. USGS Earth Explorer



Para quem busca dados de sensoriamento remoto, o USGS Earth Explorer é o seu destino.
Sabe-se que USGS new Earth Explorer dá acesso a uma das maiores bases de dados de satélite e imagens aéreas. Mas, eu aposto que você não sabia que você pode baixar dados fora dos Estados Unidos.
Este website tem a interface amigável, tornando o acesso aos dados simples, esse site ainda tem uma aplicação de download em massa. Cadastre-se para uma conta gratuita, pois este é o banco de dados final para  dados free de sensoriamento remoto.

3.OpenStreetMap


Usuários de GIS estão aproveitando o poder do OpenStreetMap como um meio de fonte de informações de dados múltiplo usuário.
O resultado da fonte de informações (em inglês = crowdsource, isto é, pessoas que se unem para resolver problemas em conjunto, criar novos produtos, testarem sites, criarem conteúdo, encontrarem soluções) é um dado altamente detalhado
O OpenStreetMap é aberto ao público e criado pelo público. Isto significa que a precisão varia de acordo com o criador. 
Para os analistas GIS que procuram dados de alta resolução espacial, o OpenStreetMap é exatamente o que você procura. A quantidade de dados está sendo criado a cada segundo na plataforma OpenStreetMap. 

4.NASA’s Socioeconomic Data and Applications Center (SEDAC)


Centro de Dados e Aplicações Socioeconômicas da NASA (SEDAC) fornece informações geográficas valiosas para aprender sobre as interações humanas no ambiente.
O SEDAC tem uma grande variedade de dados GIS Free a nível global, como por exemplo, dados referentes a: agricultura, clima, conservação, riscos, saúde, infra-estrutura, uso da terra, sensoriamento remoto marinho e costeiro, populacional, pobreza, sustentabilidade, urbano e água.
Outra coisa interessante sobre SEDAC é o visualizador de mapa. Você pode selecionar temas de dados GIS e visualizar mapas temáticos dos dados socioeconômicos. 



Este website fornece um portal de dados de alta resolução espacial, além de ferramentas topográficas.
No Open Topography podemos encontrar dados LiDAR de 90% dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Brasil, Haiti, México e Porto Rico!! Sabemos o quanto os dados LiDAR é raro e precioso. Por isso que Open Topography é tão útil. 



Em outra postagem havia feito um tutorial mostrando com fazer o download de dados no DIVA-GIS (Veja Aqui). O DIVA-GIS tem um surpreendente conjunto de dados GIS grátis para qualquer país do mundo. De A a Z, pode-se encontrar os dados mais comuns de SIG gratuitamente (sócio-cultural, fronteiras, estradas de ferro, estradas, etc.) É só selecionar o país e o tema e baixar com facilidade.
Quando se trata de biodiversidade (ocorrência de espécies) e coleta de dados de culturas, DIVA-GIS também é muito útil.



O banco de dados online das United Nations Environmental Data Explorer detém mais de 500 variáveis diferentes. Leva algum tempo para se acostumar com a interface, mas está tudo lá, cobrindo temas como o clima, desastres e ecossistemas.
Dica rápida: clique em Advanced. Selecione "Geospatial Data Sets". Agora, apenas os dados de GIS serão filtrados.



Este site é um outro conjunto de dados GIS a nível global das Nações Unidas. 
FAO GeoNetwork fornece imagens de satélite e dados espaciais de apoio ao desenvolvimento sustentável a agricultura, pesca e segurança alimentar. É a porta de entrada GIS, para encontrar os dados organizados categoricamente.

9. NASA Earth Observations (NEO)


O site NASA Observações da Terra (Neo) é focado em fornecer imagens globais por satélite, o mais acessível possível. Imagine ver instantâneos diários das condições ambientais da Terra e do clima. Mais de 50 diferentes conjuntos de dados globais são representados com observações da Terra pela NASA. Eles são acessíveis em JPEG, PNG, Google Earth e formatos GeoTIFF.
Você não pode viver sem os dados de GIS da NASA quando se trata de entender o nosso ambiente global do espaço.




É hora de olhar para o que o site do Comitê Diretor Internacional para o Mapeamento Global tem para oferecer. 
Neste site você poderá encontrar dados sobre a cobertura do solo a nível global, tais como: Limites, drenagem, transporte, centros populacionais,  altitude, cobertura do solo, uso da terra e da vegetação.
O registro é necessário. Mas não é tão difícil obter dados GIS Free do ISCGM.

Texto original Aqui
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Sistemas de Informação Geográfica (SIG) - Parte 2

Componentes de um SIG:


Na postagem anterior, a parte 1 dessa série (Ver Aqui), mostramos essa imagem ao lado, que representa muito bem os componentes de um SIG, mas agora vamos discutir um pouco mais sobre isso. Sendo assim, sabemos que os SIGs são sistemas que utilizam os meios informáticos de maneira intensa, sendo até considerado, por vezes, como o enfoque central dos SIGs. Todavia, o elemento humano, representado pelos técnicos responsáveis pelo manuseamento, análise e realização dos diferentes procedimentos, são cruciais para o sucesso de todo o trabalho.
Nesse sentido, os Sistemas de Informação Geográfica são constituídos por quatro componentes: Os recursos humanos (representado pelo conjunto de técnicos responsáveis pelo manipulação e desenvolvimento dos SIGs); Os dados (informação alfanumérica e cartográfica); As metodologias (procedimentos empregado para resolução dos problemas); O hardware (representado pelos computadores e periféricos); Os softwares (programas para a manipulação dos dados).


Algumas áreas de aplicação do SIG:





  • Ambiente (Monitorização e Modelagem); 
  • Serviços de emergência (SAMU,Bombeiros, Polícia, Serviços de Proteção Civil); 
  • Comércio (Localização de pontos de venda, percursos, análises de mercado); 
  • Indústria (Transportes, Comunicações); 
  • Planeamento (Regional, Urbano, Rural); 
  • Administração Pública (prefeituras, órgãos públicos de forma geral); 
  • Educação (Pesquisa, Ensino)





    Diante disso, percebemos a grande importância dos SIGs, sendo fundamental na resolução de problemas e nas análises espaciais, uma vez que, possui facilidade de articulação com diversos campos do conhecimento. Assim os SIGs possuem grande capacidade de resposta para a tomada de decisão.

    Estrutura do SIG

    O  diferencial de um Sistema de Informação Geográfica é a sua capacidade de estabelecer relações espaciais entre elementos gráficos. O mesmo se trata do sistema mais adequado para análise espacial dos dados geográficos. Logo, os dados geográficos fazem referência à superfície terrestre, podendo esse dado ser representado  de forma bidimensional ou tridimensional. Mas, para que os dados possam ser considerados como informação geográfica, é necessário existir três diferenciais:



    1. Georreferenciamento: é quando os dados estão inseridos no espaço a partir de um sistema de coordenadas atribuído a um sistema de projeção cartográfica. Graças aos avanços do meio computacional, melhor dizendo, ao desenvolvimento de softwares que manipulam a informação georreferenciada podemos fazer alterações na referenciação espacial dos dados. Sendo assim, possível a partir de uma matriz determinar polígonos, identificar e inserir centróides ao polígono. De

    Polígono: representam as fronteiras do objeto espacial. Este tipo de referenciação da informação é bastante utilizado quando é necessário conhecer com precisão a localização e extensão dos objetos espaciais;

    Centróide: é basicamente um ponto central no polígono (ou um ponto que geralmente coincide com o centro geográfico da entidade). Toda a informação referente a essa entidade espacial estará associada ao seu centroide.

    Geocódigo: É um método muito utilizado, em relação a referenciação de dados estatísticos e na produção de cartografia temática associada a esses dados. O geocódigo é composto por uma série de conjuntos de dígitos que admitem a agregação da informação para níveis espaciais mais amplos.

    2. Atributos: são  cada elemento gráfico representado por uma entidade no terreno (estrada, curso de um rio, edifício, etc), que pode ser caracterizada por um conjunto de atributos e seus valores. Assim, além dos dados geométricos e espaciais, os Sistemas de Informação Geográfica possuem atributos alfanuméricos, os quais  são associados com os elementos gráficos, fornecendo informações descritivas sobre eles. Os dados alfanuméricos e os dados gráficos são armazenados, geralmente, em bases separadas.
    3. Topologia entre os elementos: são todos os elementos existentes no modelo de dados estão relacionados espacialmente tendo por base um conjunto de parâmetros, como: contiguidade, conectividade, sentido, proximidade, entre outros.  Basicamente, a Topologia é o estudo genérico dos lugares geométricos, com suas propriedades e relações. Para definir a topologia de um mapa, os Sistemas de Informações Geográficas utilizam uma estrutura de base de dados especial.




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    Converter KML/KMZ para Shapefile (Rápido e Fácil)

    Olá pessoal! Tudo bem? Espero que sim :)

    Hoje compartinho com vocês duas formas fáceis e rápidas de converter arquivos em formato KML/KMZ para o formato Shapefile.

    A primeira maneira, através de um conversor online desenvolvida pela Zonum

    Acesse o website Aqui

    A segunda maneira, através do software QGis.






    Tutorial - Como coverter KML/KMZ em Shapefile






    Bons estudos e até a próxima!
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    Georreferenciando mapa do IBGE no google earth

    Essa postagem é interessante para os professores de geografia, para deixar as aulas mais ilustrativas. E por que não aproveitar os cerca de 21.000 mapas disponíveis no portal do IBGE. O site do IBGE fornece mapas por diversas formas, incluindo tema, publicação, extensão de arquivo/serviço ou palavra-chave. Sendo possível, encontrar os mapas em versão para impressão e interativa.



    O tutorial a seguir ensina, de forma fácil, como georreferenciar mapa do IBGE em formato imagem no próprio google earth. Essa é uma das formas de georreferenciar uma imagem no google earth, a outra versão será feita, em breve, usando o QGIS.


    Dados usados no tutorial  Aqui

    Bons estudos e até a próxima!


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    Teoria dos grafos (como visualizar sua rede do Facebook)

    Achei muito interessante quando vi uma postagem intitulada: How to visualize your facebook network, rapidamente, lembrei da teoria dos grafos. Nesse sentido, antes de tratar a respeito da matéria, eis aqui uma brevíssima introdução a Teoria dos Grafos (no futuro faço um post mais completo sobre isso). 
    A teoria dos grafos é uma subdivisão da matemática, na qual se preocupa em estudar as relações entre os objetos de um conjunto qualquer. Para isso, estruturas chamadas de grafos são utilizadas: G(V,E), onde 'V' é um conjunto não vazio de objetos denominados vértices e 'E' é um conjunto de pares não ordenados de 'V', chamado arestas.

    Um pouco do histórico:

    1736 - Leonhard Euler, fez importantes descobertas em campos variados como: cálculo e grafos;
    1959 - Paul Erdõs e Alfréd Rényi, com a teoria da aleatoriedade (puseram o enfoque na questão: como é que se formam as redes? Os seus estudos levaram à teoria das redes aleatórias e ao início de uma outra teoria: a teoria das redes );
    1967 - Stanley Milgram, com a Teoria do mundo pequeno (seis graus de separação);
    1973 - Marc Granovelter, com a teoria do agrupamento (cluster) e das Ligações fracas;
    1988 - Duncan Watts e Steve Strogatz, com a teoria de agrupamento (cluster) e Coeficiente de agrupamento;
    1999 - Barabási, com os Hub's nas redes.


    As redes fazem parte do sistema de ligações e pode ser modelado como nós interagimos no mundo. Como exemplo de redes no nosso cotidiano, temos: 
    o World Wide Web (www), os sistemas de comunicação, as redes de energia, as redes de transportes, as redes de regulação gênica, as redes neurais, as redes aéreas (Airlines), os engarrafamentos, entre tantas outras.

    Agora, falando rapidamente a respeito da matéria sobre: como visualizar sua rede no facebook. O autor da matéria informa que a rede social Facebook tem mais de um bilhão de pessoas e questiona como seria interessante ver nossa rede de amigos. Assim, se você é um usuário do Facebook, e tem interesse em explorar sua própria rede social, nesta postagem você verá o passo a passo para visualizar sua rede do Facebook. A Teoria dos grafos faz parte de um sistema complexo, logo, o processo para visualização não é tão simples. 

    Bons estudos e até a próxima!







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    Sistemas de Informação Geográfica (SIG) - Parte 1

    O que são Sistemas de Informação Geográfica?


    De acordo com Goodchild (1988), os sistemas de informação geográfica são compostos por entrada, armazenamento, análise e saída de dados referenciados espacialmente. Para Star e Estes (1990) o SIG é tanto um sistema de base da dados, como um conjunto de operações, preparado para utilizar dados referenciados por coordenadas geográficas. 

    Aronoff (1989) conceitua como: qualquer conjunto de procedimentos, manual ou automatizado, utilizados no sentido do armazenamento e manipulação de informação georreferenciada.

    Diante disso, os sistemas de informação geográfica são ferramentas que permitem armazenar, analisar, manipular, processar e manejar grandes quantidades de informações geográficas, e que tem agregado: hardware, software, dados, métodos e pessoas.



    Essa imagem representa bem os componentes de um SIG:




    Para que servem os Sistemas de Informação Geográfica?

    Os Sistemas de Informação Geográfica servem para modelar as feições do mundo real, isto é, do espaço geográfico.





    De forma resumida, os SIGs são importantes para:

    • Sistematizar e facilitar o trabalho com grandes volumes de dados;
    • Integrar e normalizar dados, diminuindo o custo de gestão e armazenamento; 
    • Facilitar a exploração e análise de informação geográfica;
    • Permitir fácil atualização dos dados geográficos; 
    • Reduzido tempo de resposta.

    Os SIG distinguem-se de outros sistemas de informação pelo tipo de dados envolvidos. Estes dados representam maioritariamente localizações na superfície terrestre em termos de coordenadas geográficas/cartográficas.

    Quando surgiram os SIGs?
    Não podemos deixar de citar o Dr. John Snow, que foi pioneiro na história em usar a lógica da análise espacial para verificar  o surto de cólera em 1854 em Londres. Ele indicou, a partir de um mapa da cidade a localização dos casos de óbito por cólera e os poços de água que abasteciam a cidade, e a partir disso, relacionou espacialmente o números de óbitos com os poços, chegando a conclusão que havia mais casos de óbitos próximos a determinados poços de água, decidindo assim, pela lacração desses poços. Sua análise impediu a morte de muitas outras pessoas.




    Segundo Longley et al (2005) a história dos SIGs é composta, basicamente, por 4 fases:


    1. Fase pioneira (research frontier period) entre 1950 e 1975:


    • Nasce nos EUA e Reino Unido, em contexto universitário;
    • Ações individuais e poucos dados em máquina;



    2. Fase administração pública, decorrida entre 1973 e 1980

    • Forte financiamento do Estado e diminuição do protagonismo individual;



    3. Fase comercial, anos 1980

    • Forte esforço por parte do setor privado das empresas; 
    • Desenvolvimento de bases de dados geográficas em grande escala; 

    4. Fase atual 
    • Dominância do lado do utilizador/cliente;
    • Dados centralizados, acessíveis através de redes de telecomunicações poderosas e extensivas; 
    • Generalização do uso e diminuição das dependências técnicas

    Fonte:Longley, P.; Goodchild, M.; Maguire, D.; Rhind, D. (2005)
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    Mais 2 satélites europeus em órbita

    Galileo agora conta com 10 satélites em órbita 

    Título original: Galileo taking flight ten satellites now in orbit



    O sistema de navegação por satélite da Europa, o Galileo, teve mais dois satélites integrados à constelação. O Galileo 9 e 10 foram postos em órbita na sexta-feira, 11 de setembro, a partir do Porto Espacial Europeu na Guiana Francesa, a bordo do foguete Soyuz.
    Todas as etapas do Soyuz foram executados como previsto, e os satélites foram liberandos em suas órbitas cerca de 3 horas e 48 minutos após a decolagem.
    Dois outros satélites Galileo ainda estão programados para lançamento até o final deste ano de 2015. Estes satélites concluíram os testes no ESTEC centro técnico da ESA, em Noordwijk, na Holanda. Enquanto isso, mais satélites da constelação Galileo estão sendo fabricados pela OHB em Bremen, na Alemanha, com cargas úteis de navegação provenientes de Surrey Satellite Technology Ltd no Reino Unido, por sua vez, utilizando elementos provenientes de toda a Europa.
    Em 2016, a implantação do sistema Galileo será impulsionada pela entrada em operação do lançador Ariane 5, que pode dobrar, de dois para quatro, o número de satélites que podem ser inseridos em órbita com um único lançamento.

    Fonte: Matéria retirada do website Esa
    Acesse Aqui para ver a matéria completa
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    Tutorial - Como fazer download de dados em formato shapefile (entre outros)

    Normalmente quem é iniciante nos estudos de SIGs, geoprocessamento e afins tem dificuldade de achar dados espaciais em formato shapefile. Assim, visando ajudar quem é novo nesse campo, elaborei um pequeno vídeo mostrando onde encontrar esse tipo de dado e como fazer o download no website DIVA-GIS.



    Neste site é possível encontrar dados GIS gratuitos de qualquer país sobre: clima, cultura,  fronteiras, estradas de ferro, estradas, etc. 


    Veja o tutorial: Como fazer download de dados em formato shapefile






    Veja AQUI outros ótimos sites para download de dados geoespaciais de todo o mundo

    Espero que gostem! 


    Em breve mostrarei outros meios de achar dados em formato shapefile.

    Bons estudos!
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    Drones: A grande aposta geotecnológica

    Os VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) ou simplesmente Drones (como são conhecidos popularmente/comercialmente) são o mais novo assunto do momento. Essa promissora engenhoca já é considerada como uma das invenções mais revolucionarias dos últimos tempos. O Dr. Mathias Lemmen, editor sênior da Gim International, afirmou a respeito disso que, "a rápida ascensão e a crescente popularidade do VANT surgiram a partir de uma convergência que ocorre uma vez em cada década de coincidências felizes".

    Os Drones são pequenas aeronaves não embarcadas por pilotos,  controlados a distância por dispositivos computacionais. Mas bem antes dessa versão comercial que conhecemos hoje, os Veículos Aéreos Não Tripulados foram inicialmente idealizados para fins de espionagem militares, através de máquinas presas em pombos.
    Hoje, essa tecnologia geoespacial promete "mil e uma" utilidades (claro que vai muito além disso). As possibilidades são realmente inúmeras.  Só para citar algumas aplicações: levantamento de imagens para mapeamento; monitoramento e controle de: espécies, pragas, atividades ilegais, incêndios, desmatamento, ocupação urbana/rural irregular,  crimes,  doenças etc.; através de sensores remotos podem fazer a varredura de culturas agrícolas para monitorar as taxas de crescimento; salvamento e resgate de pessoas e animais; transporte de objetos (medicamentos e até  entrega de pizzas). Enfim, não caberia aqui a enorme lista de aplicações dessa tecnologia.
    Com tantas possibilidades de uso, já deu para perceber que os Drones são a grande aposta geotecnológica, e quem sair na frente nesse mercado tem grandes chances der ser bem sucedido. Só na agricultura os Drones tem um mercado potencial de 80%.

    No dia 02/09/15 a Anac (A agência Nacional de Aviação Civil) divulgou uma proposta de regulamentação do uso civil de aeronaves remotamente pilotadas no país. Essa regulamentação estabelece as condições para sua operação em solo brasileiro e  ficará em Audiência pública por 30 dias (a contar do dia 03/09). Após as determinações definitivas, o caminho se abre para a exploração comercial dos Drones (que já movimenta um número vultuoso de usuários). Nesse sentido, creio que estamos mais do que na hora de aproveitar essa chance que "caiu como uma luva" nesse momento de crise. Essa é a nova era geotecnológica.

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